quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Evitar a solidão e se exercitar ajuda a viver mais e melhor




Praticar exercícios regularmente e evitar viver sozinho permite viver mais e melhor,garantem pesquisadores americanos.
"Sentir-se extremamente sozinho pode aumentar em 14% o risco de morte precoce em uma pessoa idosa. O impacto é tão nefasto quanto o fato de ser socialmente desfavorecido", diz John Cacioppo, professor de Psicologia na Universidade de Chicago, citando uma análise de vários estudos científicos publicada em 2010.
Esses trabalhos, feitos com base em uma pesquisa com 20 mil pessoas, revelam que a sensação de solidão profunda está acompanhada de perturbações do sono, hipertensão arterial, alteração do sistema imunológico e um aumento dos estados depressivos.
A decisão de muitos aposentados americanos de se mudar para a Flórida (sudeste), onde o custo de vida é mais baixo, e viver "em um clima mais benigno, mas em um meio desconhecido, não é necessariamente uma boa ideia, se isto significa se afastar das pessoas às quais se está ligado afetivamente", adverte o psicólogo, que apresentou neste domingo (16) seus trabalhos durante conferência anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, celebrada em Chicago (Illinois).
Com frequência, a solidão é acompanhada de vida sedentária, um fator que contribui para debilitar a saúde, acrescenta.
O exercício, mesmo que seja caminhar regularmente com algum ritmo, pode diminuir pela metade os riscos de doenças cardiovasculares e de desenvolver Mal de Alzheimer.
A atividade física também detém o envelhecimento normal do cérebro em pessoas idosas, explicou à AFP durante a conferência Kirk Erickson, professor de Psicologia da Universidade de Pittsburgh (Pensilvânia, leste).
Com a idade, o cérebro diminui e a atividade física permite melhorar o funcionamento geral e aumentar o volume do hipocampo em 2%, retardando, com isso, o envelhecimento, afirma Erickson, baseando-se principalmente em um estudo feito com 120 pessoas de 65 anos ou mais.

Um ano de caminhadas regulares faz seu cérebro ficar dois anos mais jovem




De UOL

Um estudo mostra que fazer três caminhadas de 40 minutos, em ritmo acelerado, durante a semana pode fazer o cérebro crescer e rejuvenescer.

Segundo o trabalho, que contou com a participação de 120 homens e mulheres de 55 a 80 anos, a caminhada é capaz de aumentar o tamanho do hipocampo, centro da memória no cérebro que é uma das primeiras regiões a serem afetadas pela doença de Alzheimer.
Normalmente, o cérebro encolhe com a idade. Mas exames realizados nos participantes após um ano de caminhadas mostraram que as principais regiões cerebrais - inclusive o hipocampo - haviam crescido até 2%.

De acordo com os pesquisadores, esse crescimento equivale a voltar o ponteiro do relógio do cérebro em dois anos, uma mudança que eles consideram uma enorme melhora. Um outro grupo que havia sido convidado para fazer uma série simples de exercícios de alongamento ao longo do ano teve as mesmas regiões do cérebro encolhidas em 1,5%.
Os resultados foram apresentados na conferência anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS), nos Estados Unidos.
Ao Daily Mail, o líder da pesquisa afirmou que o exercício pode não ser uma pílula mágica contra a demência, mas parece ser uma das melhores maneiras de manter a mente afiada. "Você não precisa de atividade física altamente vigorosa para ver esses efeitos", acrescentou Kirk Erickson, da Universidade de Pittsburgh.
Quanto antes, melhor
O pesquisador também observou que o cérebro permanece modificável após os 50 anos. Ainda que haja encolhimento e declínio na capacidade cognitiva, parece que isso não é tão inevitável quanto se pensava.
Segundo Erickson, aliar atividade física e exercícios mentais, como resolver quebra-cabeças, pode ser uma boa ideia para preservar o cérebro. Claro que quanto antes a pessoa incluir os hábitos na rotina, melhor. Mas ele salientou que nunca é tarde demais para começar.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Comer frutas oleaginosas reduz risco de síndrome metabólica

Pessoas que comem oleaginosas, como nozes, castanhas e amêndoas, podem ter um risco menor de desenvolver síndrome metabólica e obesidade do que aqueles que não as consomem.
Pesquisadores da Loma Linda University, nos Estados Unidos, analisaram a associação entre oleaginosas e a síndrome metabólica. Esta é um conjunto de fatores de risco duas vezes maior de doença cardiovascular e cinco vezes maior de diabetes tipo 2.
A presença de três das cinco seguintes condições resulta em um diagnóstico de síndrome metabólica: obesidade abdominal, triglicerídeos elevados, baixa lipoproteína de alta densidade colesterol (colesterol bom), pressão arterial e hiperglicemia, ou níveis elevados de açúcar no sangue.
O estudo envolveu 803 adultos que responderam a um questionário sobre os hábitos alimentares e a freqüência da ingestão de oleaginosas em conjunto ou separadamente. O consumo variou de 5 gramas/dia a 16 gramas/dia.
Os resultados mostraram que quanto maior o consumo de oleaginosas, menores o risco metabólico e a obesidade. São classificadas como oleaginosas amêndoas, amendoim, castanha do Brasil, castanha de caju, avelãs, macadâmias, pinhões, pistaches e nozes.
Fonte: UPI, 14 de janeiro de 2014




segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Consumo de refrigerante pode ocasionar sérios problemas cardíacos




Todos sabem que refrigerantes podem trazer diversos problemas para o corpo e que seu consumo deve ser moderado. Lembrando que o consumo de água é necessário para o organismo,nada, nenhum outro líquido substitui o consumo desta.
Uma moradora de 31 anos de Mônaco é a prova viva do que pode acontecer quando alguém toma quantidades extremas do produto regularmente.
Após ser levada a um hospital devido a um desmaio, médicos descobriram que a mulher (que não tinha histórico de doenças cardíacas ou problemas hormonais na família) tinha níveis severamente baixos de potássio e síndrome de QT, uma condição que causa um ritmo errático de batimentos cardíacos.
Ao conversar com os médicos, ela confessou que desde os 15 anos de idade não bebia qualquer tipo de líquido, ao não ser refrigerantes do tipo cola. Ela consumia cerca de dois litros do produto diariamente.
Após uma semana sem tomar refrigerantes houve uma melhora no seu quadro.
Seus níveis de potássio e seu batimento cardíaco voltaram ao normal.
Os pesquisadores fizeram uma pesquisa em busca de casos semelhantes e encontraram seis relatos de consumo exagerado de refrigerante tipo cola e dos efeitos adversos que esse comportamento causou aos pacientes, sendo que problemas com o ritmo cardíaco estavam entre efeitos encontrados.
De acordo com a pesquisadora Dra. Naima Zarqane, do Princess Grace Hospital Centre, o que pode ser aprendido com este caso é que cardiologistas devem estar cientes da conexão entre o consumo de refrigerantes tipo cola e a perda de potássio e a desregulação do batimento cardíaco. Estudos futuros são necessários para que a comunidade médica possa entender melhor essa ligação.

A pesquisa foi apresentada na reunião deste ano da European Heart Rhythm Association.